Este é um assunto curioso p mim, pois poucas vezes se ouve falar nele como factor diferenciativo na performance de aceleração de um carro e pode fazer uma grande diferença na estrada...
Sabendo q o motor tem um regime de potência máximo, o que os experts aconselham (MB por exemplo...) é passar de caixa pouco depois desse mesmo regime, p optimizar o poder de aceleração.
Isto sempre me pareceu lógico e sempre troquei de caixa por volta das 4.200RPM quer de origem, quer vitaminado, sendo q tenho actualmente o regime de potência máximo às ~4.000RPM.
É de ter em conta a análise da curva de potência à roda (a potência efectiva posta na estrada) e verificar que, regra geral, quando a mesma começa a denotar uma quebra mais acentuada é a altura ideal para meter a mudança seguinte.
Contudo nas mudanças mais baixas (1ª, 2ª e 3ª) pela subida mto rápida de regime pode-se alongar um pouco mais a rotação, sem se ser prejudicado no poder de aceleração. 1ª quase nunca puxo, mas em 2ª e 3ª troco por volta das 4.400RPM e a partir de 4ª sempre às 4.200RPM.
Por último, p deixar um exemplo prático do q isto implica no andamento real do carro na estrada, posso dizer q um Ibiza Cupra TDI160 n só n me conseguiu passar como perdeu um pouco de terreno para o meu xaruto de origem numa recta de ~1km. Razão: o Ibiza Cupra passava de caixa junto ao redline (~4.700RPM) e eu sempre por volta das 4.200RPM.
Como se pode ver o condutor faz mtas vezes TODA a diferença invés do carro..e esta hein..?