Após umas leituras, fiquei com esta ideia:
- Um banco de rolos livres o carro não tem inércia provocada (tal como o nome indica) pelo que a inércia a ter em conta é somente o peso do eixo dianteiro do carro, pois é o único que incide no eixo que faz a medição certo? Se assim fôr, é obvio que depois de embalar, o motor precisará de muito menos força para atingir o máximo que tem para dar e talvez daí apresentar mais cv declarados;
- Um banco com freios (pelo menos pelo nome é o que suponho) deverá ser possível introduzir em alguma parte do sistema uma componente de inércia que simule melhor as condições de circulação do carro ou pelo menos que não permita o embalo do eixo dianteiro e como tal a potência declarada ser mais real, apesar de ser menor que num de banco de rolos livres. Como será óbvio, um carro com uma potência de 200cv num tipo de banco e noutro, em estrada terá desempenho diferente... bem como o mesmo carro, com exactamente a mesma preparação pode até dar nos dois bancos a mesma potência, mas nessa situação alguns outros factores terão de estar alterados, tais como a pressão atmosférica, humidade do ar, temperatura ou até mesmo a afinação do software dos bancos...
De tudo o que tenho lido fiquei com esta ideia, mas é só a minha opinião. se estiver errado, agradeço que me corrijam, e mais uma vez, não está aqu em causa a preparação A ou B...
Só mais uma pergunta, os bancos Rhyme costumam ser certinhos ou nem por isso?