
Fez-se a primeira medição e verificou-se uns ganhos efectivos até bons, os números são, a curva que mostra o comportamento do motor é que não.
Como para referência convém medir de origem e modificado, foi feito para ter uma base de comparação.

Assim o passo seguinte foi alterar a programação do carro base, original, e fazer com que aquelas linhas muito limitadas por EXCESSIVAS TEMPERATURAS DE GASES DE ESCAPE fossem rectificadas e passassem a ser mais harmoniosas.
Ficou assim depois da modificação e ainda com filtro de partículas montado.

De facto a modificação é muito mais linear e ao fim de andar 3 dias com ela, gostou e queria mais potência. Resolveu remover o filtro de partículas.
Assim começou novamente por onde deveria ser, meter o carro de origem e com a programação da centralina já com o filtro removido, fazendo com que todo o processo de regeneração fosse evitado e o carro funcionasse da melhor maneira possível já sem este elemento, medimos e comparámos com a primeira medição de origem.
Vemos nesta imagem a comparação dos dois testes originais, com e sem fíltro de partículas.

Aqui vemos a programação já a contemplar a remoção do fíltro de partículas mostra ganhos bastante notáveis no regime intermédio, uma agradável extensão da faixa de potência, mais 500 rotações com 450nm!



